Alimentação durante a pandemia: a inflação e a alta nos preços

Postado em 06/05/2021



De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde o início da pandemia do novo coronavírus, no ano de 2020, o preço dos alimentos subiu 15% no Brasil.  
 
Esse número representa quase o triplo da taxa oficial de inflação nesse mesmo período. O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficaram em 5,76% e 5,20%, respectivamente. 
 
Esses números são impactados diretamente pela alta no valor da gasolina, que voltou a fechar em 0,86% no final do mês de fevereiro. Essa é a maior taxa desde 2016.
 
Além dos alimentos, durante a pandemia, os eletrodomésticos, os materiais de construção e os produtos têxteis e químicos também sofreram com a inflação, influenciados pela mudança do perfil de consumo, pela taxa de câmbio e pela alta demanda internacional.

A inflação e a indústria de alimentos

A alta no valor dos alimentos impacta diretamente o consumidor, e isso fica visível na hora de escolher as compras do mês; porém, o que acontece também, nesses casos, é uma alta nos preços da indústria.
 
De acordo com o IBGE, “Em 2020, os preços da indústria subiram 19,40%, a maior alta desde 2014 e 3,6 vezes mais que a média anual de 5,36% entre 2014 e 2019”. Esse número foi puxado por alta nos alimentos.
 
Contudo, o setor da indústria de alimentos representa cerca de 25% do peso do IPP (Índice de Preços ao Produtor), e com toda a situação gerada pela pandemia, esse número sofreu alterações. 
 
Outras atividades que também influenciaram o IPP foram: refino de petróleo e álcool, metalurgia e setor de borracha e plástico, segundo noticiado pelo jornal Estado de Minas. 
 
Você também pode gostar de:

Conheça a Pós EAD em Tecnologia de Alimentos

O curso de especialização em Tecnologia de Alimentos tem o objetivo de capacitar os profissionais para a atuação no mercado de trabalho, com foco em promover conhecimentos que embasam e acompanham as mudanças e as inovações na produção de alimentos.
 
Durante o curso são abordados assuntos como: tecnologia de amidos, farinhas e derivados; gerenciamento de resíduos industriais; vegetais minimamente processados; processos tecnológicos de carnes e derivados; e liofilização aplicada a alimentos.

Vantagens da Pós EAD em Tecnologia de Alimentos

• Ampliar conhecimentos específicos em Tecnologia de Alimentos. 
• Ampliar o seu networking (criação de rede de contatos).
• Reconhecimento no mercado de trabalho.
• Aulas 100% online.
• Flexibilidade de horários: o EAD se encaixa na sua rotina.
• Melhor custo-benefício.
• Certificado credenciado pelo e-MEC.
 
Por isso, se o seu desejo é se tornar uma autoridade em Tecnologia de Alimentos e, assim, conseguir melhores oportunidades de trabalho, com cargos elevados, a realização de uma pós-graduação certamente pode ajudar a alcançar os seus objetivos.
 

Compartilhe essa notícia