A pandemia de Covid-19 acarretou uma maior procura por formas de fortalecer a imunidade e prevenir o contágio pelo novo coronavírus, inclusive com remédios e receitas caseiras que não têm comprovação científica, como é o caso do “Kit Covid”. 
 
Apesar de ajudar a melhorar a imunidade, a atividade física regular e moderada não deve ser tida como uma espécie de vacina para doenças. Contudo, fortalecer o sistema imunológico pode auxiliar em uma resposta mais eficaz contra doenças infectocontagiosas, como a Covid-19.

Por que as atividades físicas ajudam a melhorar o sistema imunológico?

Entre os trabalhos científicos sobre o assunto, é quase consenso que a atividade física moderada é uma das melhores maneiras de proteger o organismo contra vírus e bactérias. 
 
Isso porque ajuda o organismo a reconhecer o que é próprio e o que não é próprio do corpo, favorecendo a manutenção do seu equilíbrio. Além disso, as atividades físicas ajudam na redução dos níveis de estresse, fazendo com que o nosso corpo fique menos suscetível a doenças.
 
Contudo, não são somente as atividades físicas moderadas que vão proporcionar uma melhora do sistema imunológico, e sim um combinado entre hidratação adequada, alimentação balanceada e atividades físicas moderadas e acompanhadas por um profissional da área.
 
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Segundo o pesquisador Thiago Guimarães, em entrevista ao CONFEF (Conselho Federal de Educação Física), “[O Profissional de Educação Física] irá avaliar, planejar, intervir de forma eficaz, reavaliar e se atualizar. Para a prescrição da atividade física ideal para um indivíduo, o primeiro passo é avaliar: conhecer suas restrições, nível prévio de condicionamento e objetivos. No caso de sedentários, por exemplo, há mais um motivo para não começar a seguir aleatoriamente qualquer programa das redes sociais, blogueiros fitness ou jornais. Deve-se fazer contato com um profissional de Educação Física e desconfiar se ele não realizar uma avaliação prévia. A progressão do nível do treinamento deve ser respeitada criteriosamente, sobretudo quando a pessoa apresentar limitações e fragilidades. Afinal, a mesma sessão leve para alguém assintomático pode ser uma sessão muito intensa para um iniciante”.
 
Dessa forma, é importante que o profissional de Educação Física esteja preparado para atuar com essas novas demandas em busca da melhoria da imunidade por meio das atividades físicas.
 
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