São muitos os desafios encontrados no processo de implantação da educação inclusiva no Brasil, mas o despreparo dos profissionais tem um alto grau de relevância. Com a entrada, nas escolas comuns, de pessoas com deficiência, como transtorno do espectro autista (TEA) e superdotação, muitos docentes passaram a se sentir confusos e/ou incapazes para acolher esses estudantes e, sobretudo, para trabalhar com propostas que atendam às expectativas e às demandas de cada um deles.

 

O que é educação inclusiva?

educação inclusiva pode ser compreendida como a educação especial dentro da escola regular, transformando-a em um ambiente educacional para todos. Com a inclusão, as diferenças não são vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a partir da realidade social, que amplia a visão de mundo e desenvolve oportunidades de convivência a todas as crianças.
 

A educação inclusiva favorece a diversidade e também considera que todos os alunos possam ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar. No entanto, esse processo de aprendizagem exige uma atitude educativa específica da escola, como a utilização de recursos e apoio especializado para garantir a aprendizagem de todos os alunos.

 

Desafios na formação do educador

A escola, como instituição social, tem sido incentivada a considerar a diferença como valor e a ampliar seu repertório pedagógico para que ninguém fique para trás (ou para fora). Diante desse contexto, não é raro o sentimento de despreparo por parte dos educadores, razão pela qual são propostas ações de formação continuada para que as medidas necessárias sejam colocadas em prática, visando efetivar o direito de todos à educação. Na matriz curricular de muitos cursos de graduação, há somente uma disciplina focada na educação especial, o que torna toda a complexidade da prática algo ainda mais difícil de ser encarado pelos educadores.
 

Quando falamos sobre os desafios da educação inclusiva no Brasil, além da falta de capacitação profissional adequada dos professores da sala regular, na qual devem ser considerados os diferentes estilos, ritmos e interesses de aprendizagem, os profissionais também devem lidar com a falta de formação específica para atuação do professor especialista no atendimento educacional especializado.
 

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